MANON, do francês Jules Massenet, traz de volta ao palco do MET a aclamada soprano russa Anna Netrebko contracenando com o barítono brasileiro Paulo Szot como Lescaut, primo da trágica heroína. Não é a primeira vez que Szot pisa o palco do MET. Sua estréia em O Nariz, em 2010, foi muito elogiada pelos críticos.
Ainda no elenco, Piotr Beczala fazendo papel do amante de Manon, o Cavaleiro de Grieux, e David Pittsinger como o Conde de Grieux. A regência fica a cargo de Fabio Luisi, principal maestro convidado do MET.
Coprodução entre o Met, a Royal Opera de Londres, o Scalla de Milão e o Théâtre du Capitole de Toulouse, esta montagem de Manon “é uma aventura que diverte, comove e surpreende a plateia” nas palavras do diretor Laurent Pelly.
Apesar de nunca ter alcançado a estatura de Bizet ou Berlioz, Massenet encarnou como poucos o espírito da belle époque francesa. Ao lado de Werther, Manon é considerada uma de suas obras primas. Composta em 1882, a ópera narra as desventuras amorosas de uma jovem inocente que troca o amor pela fortuna. A obra permanece no repertório operístico graças, principalmente, à rica orquestração e às belas melodias compostas por Massenet.






